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Senhora da Penha



A Quinta da Penha encontra-se na família de Rui Filinto desde 1882, ano em que foi adquirida por Fernando Assunção Ramos. As terras altas da Quinta da Penha foram desde sempre conhecidas pelas assombrosas vistas e pelas boas azeitonas e excelentes uvas que forneceram durante décadas azeite e vinho para a mesa da numerosa família Ramos.


Quinta da Penha

Para a família de Rui Filinto Stoffel, a Quinta da Penha é uma raiz que os une à terra e à identidade e valores dos seus antepassados.








A Senhora da Penha de Relance


Região: Alentejo
Vinho Produzido: Tintos, Brancos
Castas: Alicante Bouschet, Aragonez , Cabernet Sauvignon, Syrah, Touriga Nacional e Trincadeira
Prémios: Medalha de Ouro no II Concurso Melhores Vinhos do Alentejo 2014; outros
Produtor(es): Rui Filinto Stoffel
Enólogo(s): Celso Pereira







 

 

 

Os Vinhos


Senhora da Penha: Vinhos de Intensidade e Carácter



Prémios

A Senhora da Penha tem conquistado excelentes e encorajantes resultados com os vinhos de marca Pinga Amores, designadamente:

  • Os diversos vinhos Pinga Amores (Colheita, Reserva e Grande Reserva) obtiveram sempre pontuações elevadas nas edições do livro “Vinhos de Portugal”, de João Paulo Martins (entre 16 e 17,5 valores);
  • O vinho Pinga Amores Reserva 2009 foi introduzido em 2011 no prestigiado Club 1500;
  • Na prova dos melhores vinhos do Alentejo, realizada pela Revista de Vinhos em outubro de 2012 o Pinga Amores Reserva 2009 ficou classificado 3.ª posição ex-aequo, com 17 valores;
  • Na prova dos melhores vinhos do Alentejo, realizada pela Revista de Vinhos em novembro de 2013, o Pinga Amores Grande Reserva 2011 ficou classificado 3.ª posição ex-aequo, com 17 valores.
  • O Pinga Amores Tinto Colheita 2011 recebeu Medalha de Ouro no II Concurso Melhores Vinhos do Alentejo 2014 realizado pela Confraria dos Enófilos do Alentejo.
Pinga Amores

História


Um pouco de História


O início deste projeto remonta a 2006, quando Rui Filinto Stoffel decidiu convidar Celso Pereira como consultor enológico para o seu projeto vitivinícola na Quinta da Penha, uma herdade de família, situada entre os 440 e os 650 metros de altitude na Serra de S. Mamede - concelho de Portalegre, no Alto Alentejo, em Portugal.


Celso Pereira ficou imediatamente seduzido pelo potencial do terroir da Quinta da Penha e pelo entusiasmo do seu proprietário. A combinação de uma elevada altitude com uma exposição solar ideal a sudoeste, eram condições perfeitas para a produção de grandes vinhos, simultaneamente frescos e encorpados.


Neste projeto também colaborou inicialmente Iain Richardson como consultor vitícola, para trabalhar a qualidade e produtividade das vinhas e do terroir da Quinta da Penha.


A primeira colheita e vinificação realizada por esta equipa ocorreu em 2007. Com o blending e loteamento das distintas vinificações, engarrafaram-se dois vinhos distintos: um com características de vinho de guarda, mais estruturado e complexo, e outro mais acessível, com taninos mais macios, boa fruta e gordura de boca. Os dois vinhos apresentavam características muito diferentes dos vinhos alentejanos habituais, principalmente pela sua firmeza, equilíbrio e mineralidade.


As primeiras provas dos vinhos de 2007 conduzidas por profissionais do sector e “às cegas”, em outubro de 2009, vieram confirmar a qualidade dos vinhos da Quinta da Penha, posicionando-os em lugares de grande destaque entre vinhos alentejanos de qualidade média alta e alta existentes no mercado.


Verificado o potencial vínico do projeto e após o lançamento comercial do Pinga Amores Colheita 2007 – o primeiro vinho da Senhora da Penha lançado no mercado –, Rui Filinto Stoffel, Celso Pereira e Iain Richardson decidiram em Setembro de 2009 fundar a empresa Senhora da Penha - Vitivinicultura, Lda.

Produtor Senhora da Penha - Rui Filinto Stoffel

Rui Filinto Stoffel

Nascido em Leiria, em 1948, Rui Filinto Ramos Stoffel Fernandes foi Chairman da empresa Key Plastics Portugal.
Tendo a sua vida profissional estado regularmente ligada à indústria automóvel foi ainda Presidente para a Europa e Ásia, das empresas do grupo durante vários anos. Encontra-se presentemente reformado e dedica-se a tempo inteiro à gestão e promoção do projeto dos vinhos Pinga Amores.

As Vinhas


As Vinhas


A Quinta da Penha localiza-se no Alentejo, no alto do Monte da Penha, a 3 kilómetros de Portalegre, numa encosta de cumeada, voltada para sudoeste, entre os 440 e os 650 metros de altitude.
Portalegre é uma sub-região vitivinícola muito diferenciada das restantes sub-regiões Alentejanas. A influência da Serra de São Mamede confere-lhe um clima especialmente moderado, mais fresco e húmido que o habitual calor das planícies Alentejanas, o que proporciona vinhos frescos e elegantes, mas igualmente poderosos e encorpados.


No cume da Quinta da Penha destacam-se afloramentos rochosos e declives acentuados. No flanco e nas zonas de encosta predominam as paisagens de montado de sobro, com a presença pontual de castanheiros. Nas zonas de menor altitude predomina o mato rasteiro com giestas, silvas e urzes e pequenas áreas de olival e pastagem. Os solos da Quinta da Penha são essencialmente de composição xistosa e granítica. A combinação entre uma altitude elevada, temperaturas moderadas e uma exposição ideal para sudoeste contribui para a qualidade e carácter único dos vinhos deste terroir.


O projeto de plantação da vinha da Quinta da Penha foi gradual, entre 2001 e 2004, devido à necessidade de desenvolver estudos de pormenor para a escolha de cada parcela e do respetivo encepamento e à conveniência de corrigir e nivelar os terrenos de acentuado declive.


As vinhas, com cerca de 7 hectares, foram plantadas em plataformas ao longo da encosta em dois níveis: o primeiro, a uma altitude entre os 585 e os 615 metros, com as castas Cabernet Sauvignon, Syrah e Touriga Nacional; o segundo, a uma altitude entre os 450 e os 500 metros, com as castas Alicante Bouschet, Trincadeira, Aragonez, Syrah e Touriga Nacional.


A poda (a um ou dois olhos por polegar e entre seis e oito polegares por cepa), a gestão da nutrição e mobilização dos solos, a rega, o manuseamento da copa e o desbaste de cachos são realizados segundo critérios muito especificos, adaptados às pequenas variações dentro de cada parcela. São realizadas análises de solos e foliares regularmente para otimizar as condições nutritivas de cada sub-zona das parcelas e de cada casta. O encepamento escolhido, combina o melhor das castas tintas tradicionais nacionais e alentejanas com as castas internacionais mais nobres e melhor adaptadas às condições locais: Alicante Bouschet, Aragonêz , Cabernet Sauvignon, Syrah, Touriga Nacional e Trincadeira.



Enologia


Enologia


A enologia está a cargo de Celso Pereira.
Com formação de base em Engenharia Superior Agrária pela Universidade de Coimbra e pós-graduação em Marketing de Vinhos na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto, realizou formação complementar em Margaret River, na Austrália e na Califórnia nos Estados Unidos da América.


Foi o enólogo do inovador acordo entre a CRTP e a Schramsberg Vineyards, quando Jack Davis escolheu o Douro para elaborar espumantes de topo na Europa.

A Enologia - Senhora da Penha



 

 

 

 

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